| Tara Jarmon numa visita a Lisboa Nasceu no Canadá e foi cedo viver para Newport Beach, na Califórnia. Acabou por se formar na Universidade Americana de Paris, com um MBA em Relações Internacionais. Em Maio de 2006 desenhou a colecção de acessórios “Target Corporation’s Go International” e criou a sua própria linha de vestuário há mais de 20 anos. A marca com o seu nome tem hoje 23 lojas e 80 shop-in-shops nos mais importantes retalhistas em toda a Europa e Ásia. Chama-se Tara Jarmon e a roupa que desenha assenta-me como uma luva. Há nas suas colecções uma elegância norte-americana descontraída, jovem e simples, que mistura um chique francês intemporal que me agrada. Os preços são acessíveis dentro de uma gama alta e o serviço de atendimento na loja das Amoreiras tem, entre outras figuras simpatias, as mãos primorosas da Francisca na costura de ajustes. Tive o prazer de entrevistar Tara Jarmon. Partilho aqui as respostas colhidas. |
Que imagem tem de si mesma?
A Imagem de uma mulher activa, atenta e disponível para os seus e a sua profissão.
O que é que a atraiu para o munda da moda?
Um amor incondicional pela elegância e simplicidade "chique" e os ícones do cinema de quem gosto como Audrey Hepburn a liderar a lista.
Que peça escolheria da coleção de Pri/Ver 2011 por considerar que é a mais bonita?
Um vestido de crepe de seda poudré, intemporal e adaptável a qualquer circunstância ou hora do dia.
Quais são os objectivos da marca Tara para os próximos cinco anos?
Abrir lojas em todo o mundo, ter coleções de cada vez mais bonitas.
Veste-se apenas de Tara Jarmon?
Nem sempre. Por vezes enamoro-me de peças de jovens designers muito talentosos.
Qual é a chave para o sucesso de sua marca?
A alegria, a frescura, a pureza e a espontaneidade, bem como uma feminilidade divertida e sempre refinada.
Existe alguma coisa na moda que não lhe agrada?
Sim, a falta de feminilidade, a vulgaridade, a falta de gosto.
Tem alguma obsessão?
Acho que não, o meu trabalho absorve-me muito.
Em tempos de crise, onde pensa que é melhor aplicar o dinheiro?
Na educação dos meus filhos com quem gosto de passar muito tempo.
O que você faria por amor?
Deixar tudo, exceto os meus filhos.
O que a faz rir?
Os filmes de Woody Allen, e comédias.
O que é que lhe falta?
Nada, sou uma mulher satisfeita.
Qual é o seu prato favorito?
Sushi, maki, em suma a cozinha japonesa
Tem algumas expressões no seu discurso que repita?
Talvez, mas não me apercebo delas.
Como imagina a ideia de envelhecer?
Bem, eu não tenho nenhuma ansiedade em relação ao fato de envelher. Cada mulher tem a sua beleza e a sua elegância em qualquer idade.
O que a põe nervosa?
A injustiça e a estupidez.
Que tipo de música a relaxa?
Jazz, lounge musica...São a minha essência para criar.
Um sinônimo de chique?
Graça, elegância.
A Imagem de uma mulher activa, atenta e disponível para os seus e a sua profissão.
O que é que a atraiu para o munda da moda?
Um amor incondicional pela elegância e simplicidade "chique" e os ícones do cinema de quem gosto como Audrey Hepburn a liderar a lista.
Que peça escolheria da coleção de Pri/Ver 2011 por considerar que é a mais bonita?
Um vestido de crepe de seda poudré, intemporal e adaptável a qualquer circunstância ou hora do dia.
Quais são os objectivos da marca Tara para os próximos cinco anos?
Abrir lojas em todo o mundo, ter coleções de cada vez mais bonitas.
Veste-se apenas de Tara Jarmon?
Nem sempre. Por vezes enamoro-me de peças de jovens designers muito talentosos.
Qual é a chave para o sucesso de sua marca?
A alegria, a frescura, a pureza e a espontaneidade, bem como uma feminilidade divertida e sempre refinada.
Existe alguma coisa na moda que não lhe agrada?
Sim, a falta de feminilidade, a vulgaridade, a falta de gosto.
Tem alguma obsessão?
Acho que não, o meu trabalho absorve-me muito.
Em tempos de crise, onde pensa que é melhor aplicar o dinheiro?
Na educação dos meus filhos com quem gosto de passar muito tempo.
O que você faria por amor?
Deixar tudo, exceto os meus filhos.
O que a faz rir?
Os filmes de Woody Allen, e comédias.
O que é que lhe falta?
Nada, sou uma mulher satisfeita.
Qual é o seu prato favorito?
Sushi, maki, em suma a cozinha japonesa
Tem algumas expressões no seu discurso que repita?
Talvez, mas não me apercebo delas.
Como imagina a ideia de envelhecer?
Bem, eu não tenho nenhuma ansiedade em relação ao fato de envelher. Cada mulher tem a sua beleza e a sua elegância em qualquer idade.
O que a põe nervosa?
A injustiça e a estupidez.
Que tipo de música a relaxa?
Jazz, lounge musica...São a minha essência para criar.
Um sinônimo de chique?
Graça, elegância.
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| Tara Jarmon |
Aqui fica também uma selecção de alguns momentos meus em Tara Jarmon
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| Entrevista Caras, fotografias de João Lima |
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| Na ModaLisboa para o FashionTV |
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| Entrevista com Miguel Vieira |
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| Na ModaLisboa P7a FashionTV |

Em baixo, três fotografias de Paulo Martins para a revista Flash.

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| Esta imagem sobredimensionada permite ver, não só a saia e um gigantesto e invulgar chapéu Tara Jarmon, com um colar Mimi pelo qual me apaixonei. Não pode ser mais giro ;-) |
| Fotografia de Mário Galiano para a revista Eles&Elas |
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| Poncho verde Tara Jarmon |
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| Fotografia de Mário Galiano p/a revista Holmes Place |
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| Fotografia de Tiago Frazão p/a revista Lux |













3 comentários:
PERFEITO!
Não tenho nada a acrescentar:
- Há Beleza
- Há Alegria
- Há Sensualidade
- Há Brilho
- Há Criatividade
- Há Perspicácia
.....Descubram, isto é uma mistura de Tara Jarmon com Ana de Mesquita
Obrigado Ana, por teres mencionado a eficiência e dedicação de uma grande Costureira que é a minha mãe!
Foi com muito orgulho que li a honrosa menção do seu nome neste meio tão exclusivo que é o da moda.
Gabriel
gspinto.wordpress.com
Foi com gosto que mencionei o belíssimo trabalho da Francisca. Conheci ao longo de vinte anos que levo ligada à moda, algumas boas costureiras. A Francisca está no pódio das melhores. Uma grande marca faz-se tb do trabalho de excelentes colaboradores. É o caso. Um beijo a ambos, mãe e filho.
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